Central Térmica De San Adrián 1
Finança

Central Térmica De San Adrián

Barcelona, no município de sant Adrià de Besòs, pela província de Barcelona (Espanha). Constava de 3 grupos térmicos de 350 MW cada (San Adrián I, San Adrián II e San Adrián III). Depois do desmantelamento da central, conservaram-se da sala de turbinas e seus três emblemáticas chaminés, que atualmente são de propriedade municipal e estão em procedimento de declaração de Bem Cultural de Interesse Local. Não deve ser confundida com a central térmica do Barcelona, localizada na margem oposta da foz do rio.

Projetada pelo arquiteto Eduard Ferrés, foi criada com concreto armado na organização Construções e pavimentação, aplicando na primeira vez pela Catalunha, o “sistema Hennebique”. 1914 foi ampliada com um novo grupo de 15 MW. Estes turboalternadores produzindo corrente elétrica a onze kV, que logo em seguida se ergueu a 80 kV pela sala de transformadores. A estação receptora enlaçava com a central hidrelétrica que da mesma corporação tinha em Cabdella, por intervenção de uma rede de alta tensão —a primeira da Catalunha— de 80 kV e 175 km de comprimento.

O edifício das caldeiras abrigava 16 geradores Delaunay-Belleville e contava com 4 chaminés, de 60 m de altura, para a evacuação de fumos. A captação de água para a condensação se realizava por intermédio de 4 tubos de ferro fundido, sustentadas por uma estacada de concreto, que se embrenhava 150 m do mar. A capacidade produtiva da central ficou muito prejudicada durante a Primeira Guerra Mundial, devido ao bloqueio marítimo alemão a Grã-Bretanha, que impedia o abastecimento de carvão. Esta ocorrência se agravou a partir de 1918, com a falha de 2 dos 3 grupos geradores. A central ficou quase inativo até 1923, no momento em que se instalou um novo gerador da turbina, construído na Compagnie Électro-Mécanique, junto com 3 novos transformadores Westinghouse, que permitiram acrescentar a potência.

Nesse mesmo ano, a Energia Elétrica da Catalunha, empresa proprietária da central, passou pra mãos da sociedade Barcelona Traction, popularmente conhecida como “Canadense”. Ao longo da Guerra Civil Espanhola térmica de San Adrián teve um papel respeitável no abastecimento elétrico de Barcelona, depois que as centrais hidráulicas do Pirineus fossem tomadas pelo estado de tua população. Nesse pretexto, tornou-se intuito de aviação fascista, que no dia 13 de novembro de 1938, a bombardeou, provocando 16 falecidos. Em 1939, o exército republicano, em sua retirada, voou quota das instalações, deixando operacional, um único grupo de 7,cinco MW.

Em 1948, Barcelona Traction foi declarada falida e, em uma controvertida operação, a recém-formada Forças Elétricas de Catalunha, SA (Fecsa) fez-se com todos os seus bens e direitos, incluindo a térmica de sant Adrià de Besòs. A reestruturação levava a cabo pelos novos proprietários fez com que, em 1954, a central cesara tua atividade. Fecsa a substituiu por uma nova central térmica, desenvolvida no terreno ao lado, ao norte, agora no município de ribeirão preto.

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Em 1965 Fecsa pôs em marcha ribeirão preto II. Devido ao aumento da procura elétrica, Fecsa decidiu fazer uma nova central térmica de período habitual no solar da antiga instalação de Energia Elétrica da Catalunha. As obras da nova planta, a central térmica de San Adrián, criaram-se no meio de várias polêmicas.

Fecsa iniciou a construção em 1971, ainda sem licença municipal, e apesar da oposição dos municípios e das associações de moradores de ribeirão preto e sant Adrià de Besòs, que rejeitavam uma nova referência de poluição pela área. As obras foram adjudicadas à filial Fecsa, Construtora Pirenaica, S.A. (COPISA), juntamente com a Sociedade Argentina de energia Elétrica (SADE) e Controle e Aplicações, S.A. (Casa).

Mais de 1700 trabalhadores participaram da construção da usina, que foi marcada por inúmeros conflitos laborais. O contratempo mais sério aconteceu no dia 3 de abril de 1973, em um protesto dos trabalhadores que terminou com vários feridos e um morto, o trabalhador de COPISA Manuel Fernández Márquez, vítima de um tiro da polícia.

Em setembro de 1973, se conectou à rede o primeiro grupo de 350 MW e em fevereiro de 1974, fez o segundo grupo, de aproximado potência. Embora o projeto inicial era de 2 grupos gêmeos, em 1974 Fecsa anunciou a construção de um terceiro, assim como de 350 MW, pra atender a alta busca elétrica existente. Nos anos 1980, por motivos econômicos e ambientais, os geradores dos grupos I e III foram adaptados para a combustão de gás natural, e também óleo combustível. Não se adaptou ao grupo II, cuja atividade ficou reservada para os momentos de alta demanda energética.